26 de julho de 2009

Véspera da volta... coração apertado

Filho, filho, filho... mamãe está sem acreditar que chegou a hora de voltar ao trabalho! Cinco meses e meio voaram! Ao contrário da maioria das mães, que se dizem divididas entre querer ficar e voltar, eu só quero ficar com você. Desde sexta-feira tô biruta com isso... já choraminguei, tive dor de barriga, estou com dor no pescoço e nas costas. Não consigo nem pensar que vou passar cerca de oito horas fora de casa todos os dias e ainda por cima dar plantões. Meu coração está partido.
Você passou o dia fofo, dorminhoco e agora está sorridente. Mamãe te deixou com o papai enquanto arruma algumas coisas para estar pronta amanhã cedinho. Saio de casa às 7h e, por isso, vou ser obrigada a te acordar mais cedo. Você tem dormido nove horas direto até umas 7h30 da manhã. Mas vou precisar te amamentar às 6h30... Vamos ver se hoje consigo fazer você dormir mais cedo.
Também estou triste de ser obrigada a introduzir leite industrial na sua alimentação. Coisa que você não gostou de jeito nenhum. Eu que temi tanto o Nan agora torcia para você aceitá-lo. Mas não quis saber... nem esse nem o APTAMIL, que o Fran indicou... amanhã vai ser punk, porque só tem uns 120 ml de leite materno congelados... Vou levar a bombinha que a Manu mandou pelo correio para a TV e trazer o leitinho para casa. Se Deus quiser vai dar pra fazer isso todos os dias. Assim, pelo menos você terá leite materno enquanto eu estiver no trabalho. Se não, o jeito vai ser tentar o Nestogeno 1, que é mais docinho, mas prende o intenstino. Aí é sacanagem. Por que a licença maternidade só dura quatro meses, gente?! É pouco demais! Deus me abençoe, porque essa hora, tão temida, chegou. Queria poder congelar o tempo!

Um comentário:

Eliane disse...

Ei Pri,
A volta ao trabalho é difícil mesmo. Lembro do meu primeiro dia de trabalho após licença maternidade. Fui para a escola quase chorando. Cheguei lá, a primeira coisa que eu fiz foi ligar para casa, aliás, só na parte da manhã devo ter feito umas cinco ligações para saber se estava tudo bem. Sem contar, que só falava nele. Quando fui tirar o leite, fiquei chorando pelos cantos. Na hora de ir embora eu não estava aguentando mais, só pensava em chegar em casa. Com o tempo a gente acostuma um pouco. Mas até hoje, eu sempre fico pensando nele e desejando chegar o mais rápido possível em casa, independente do lugar que eu estiver, no trabalho, no cinema, nas festas! Acho que mãe é bicho bobo mesmo! hehehe!
Bom retorno ao trabalho!
Beijos,
Eliane e André